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4 horas atrás

Endocrinologia em dia

Estômago pequeno e estômago grande: mitos na hora de perder peso!

Esta série de posts veio depois de uma dúvida de uma seguidora, e eu gostei tanto do tema que rendeu 2 posts! Vamos lá?

É verdade que quando emagrecemos o estômago se reduz?
Não, esse é um mito. Depois que nos tornamos adultos o tamanho do estômago é de cerca de 200 ml quando vazio podendo de expandir para até 1 litro, quando cheio. O tamanho dele sofre poucas variações entre as pessoas, pessoas mais robustas podem sim ter o estômago um pouco maior ou ainda pessoas com gastrite podem ter dificuldade de expandir o estômago, mesmo com o órgão de tamanho normal.

Para quem quiser se aprofundar no assunto achei um artigo superinteressante (está lá nas referências) sobre tamanho dos estômagos médios (de 1945, estudo post mortem, variando de 165 gramas em homens e 150 em mulheres).

O que define a quantidade de alimento que uma pessoa irá ingerir são outros fatores. Um deles é o hábito alimentar da pessoa: se ela está acostumada a comer certas quantidades de comida no almoço (pouco ou muito), se ela é beliscadora... e isso é regulado também pelos mecanorreceptores da parede do estômago. Isso mesmo: existem receptores na parede do estômago que sentem a distensão do órgão e avisam o cérebro se há comida e/ou líquido no seu interior. Isso faz toda a diferença na sensação de se sentir cheio, que chamamos de saciação.

Além disso, o comer emocional, o padrão de fome... tudo o que conversamos aqui no @endocrinologiaemdia está envolvido nesse processo de decisão e formação do padrão alimentar.
E para amanhã tenho uma pergunta para você: é possível enganar os mecanorreceptores do estômago para perder peso? Será?

Quer saber mais?
www.cancer.ca/en/cancer-information/cancer-type/stomach/stomach-cancer/the-stomach/?region=on
www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1473711/?page=1
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4 dias atrás

Endocrinologia em dia

Vontade de beliscar: por que ela vem?

Comer é uma saída útil que o seu cérebro utiliza para ganhar uma energia extra quando o nervosismo vem. Não só lhe dá algo para fazer, mas também te distrai de tudo o que o deixa nervoso. O corpo busca energia para resolver as tarefas estressantes mais rapidamente e nesse caso é muito provável que você acabe exagerando.

Estresse e cansaço também andam juntos. E quando você está cansado, seus níveis de grelina (um hormônio que causa aumento de apetite) aumentam. Enquanto isso, seus níveis de leptina (um hormônio que diminui a fome e o desejo de comer) diminuem. Isso causa um desbalanço que... gera aumento de fome.

E se temos ansiedade no meio? Ansiedade tem uma forte ligação com transtornos alimentares. A compulsão alimentar pode ser uma maneira de ajudar a tentar controlar suas preocupações e estresse.

E tem como resolver? Tem sim, esse é um padrão alimentar associado ao comer emocional. Alguns casos vão precisar de tratamento com medicamentos – se a ansiedade é muito importante, ou se há depressão, por exemplo. Em outros casos a terapia cognitivo comportamental é uma excelente estratégia. Acompanhamento nutricional sério também oferece apoio para que os hábitos alimentares possam ser resolvidos. Se identificou? Converse com seu médico, terapeuta ou nutricionista!
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