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3 dias atrás

Endocrinologia em dia

Cabin fever: irritabilidade pelo isolamento social, conhece?

Sim, não é um termo novo, pelo contrário. Ele foi descrito em pessoas que sofreram situações de isolamento em submarinos, esconderijos de guerras ou períodos de reclusão por qualquer motivo.

A cabin fever é caracterizada por irritabilidade ou inquietação associadas com claustrofobia e angústia. Ela não é uma doença, mas sim uma alteração de humor e comportamento que pode levar a pessoa a tomar decisões irracionais ou até desenvolver paranoia.

Desde que houve intensificação das medidas de isolamento social, alguns artigos vêm se referindo a esta condição e mesmo que não seja um distúrbio psicológico reconhecido, os sentimentos que estão associados ao isolamento são. Podemos citar uma série de emoções negativas e angústia relacionadas a estar em um ambiente restrito, que incluem tédio, desesperança, inquietação e dificuldade de concentração.

Os especialistas também indicam que há estratégias para contornar os sintomas. As dicas vão desde tentar se conectar com a natureza: abrindo as janelas, regando as plantas, valendo também assistir documentários sobre animais e o planeta terra e até colocar sons de pássaros e cachoeiras como música ambiente. Movimentar-se sempre que possível, adotando uma rotina de exercícios. Tentar meditar, tomar um banho quente, concentrar-se na sua respiração. No entanto, caso os sintomas persistam, é hora de procurar ajuda especializada.
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4 dias atrás

Endocrinologia em dia

Metas novas durante a quarentena

Ajuste os passos: muitas vezes será difícil chegar à marca de 10000 passos por dia na quarentena, mas pense em tentar conseguir 5 mil. Ande em casa, tentando aumentar a quantidade de passos por dia e vá marcando nos aplicativos. Subir escada do prédio e sair para andar – desde que mantendo o distanciamento social – podem ser boas opções.

Limite a quantidade de notícias e as redes sociais. Difícil porque a gente se acostumou a manter-se informado, mas as notícias ultimamente, na maior parte das vezes, têm sido negativas, não é mesmo? Dessa forma a ideia é tentar se blindar e procurar outras formas de entretenimento, como filmes, documentários e séries.

Invista em relaxamento. Um banho quente, uma massagem, uma boa conversa com os amigos via WhatsApp pode sim fazer toda diferença para reduzir os níveis de ansiedade.

Tente algo novo. Que tal aprender um novo idioma com aulas de EAD? Tricô, crochê? Pode ser uma boa época para adquirir um novo hobbie.

Vários especialistas indicam que escrever um diário pode ajudar e muito a reduzir a ansiedade, além disso ajuda a organizar a mente e seguir com metas diárias. Já tentou?

E por fim, fique de olho aos padrões de comportamento mais danosos. Excesso de doces? Álcool? Voltou a fumar? Muitos terapeutas estão fazendo atendimento online e podem ser de grande ajuda.

Lembre-se de que seus amigos, colegas e milhões de outras pessoas em todo o mundo estão passando pelas mesmas coisas que você. Portanto, tente respirar e ser paciente, pois não estamos no nosso estado normal. Mas estamos nisso juntos.
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