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4 dias atrás

Endocrinologia em dia

Exercícios para reduzir a pressão arterial

A regra geral, tanto para o controle da pressão alta como do Diabetes fala em 150 minutos por semana. Esse é o tempo recomendado pela Organização Mundial da Saúde para a realização de exercícios. Mas como devemos dividir esse tempo e qual a melhor atividade física para reduzir a pressão alta?

Se você está querendo uma atividade física para proteger o coração a resposta é aeróbicos – corrida, caminhada, transport, bike – certo? Sim, mas não somente eles. Atualmente sabemos que os exercícios de resistência, como musculação e pilates são igualmente recomendados pela American Heart Association quando o assunto é cuidar do coração. E um dos segredos das atividades físicas de sucesso está na frequência cardíaca. É importante que a frequência cardíaca fique aumentada durante os treinos para que se tenha sensação de cansaço. Nesses casos, uma orientação do educador físico pode ser essencial para saber qual a melhor frequência em cada tipo de atividade.

E como dividir os 150 minutos semanais? Pode ser meia hora por dia por 5 dias, podem ser 50 minutos, 3 vezes na semana. E para quem precisa perder peso, a musculação irá atrapalhar? Não, muito pelo contrário. Os músculos são nossos maiores queimadores de calorias. Enquanto 250 gramas de gordura gastam 2 kcal por dia para se manter, 250 g de músculo gastam 6. Logo, ao praticar #exercícios de resistência – pilates ou #musculação, você está construindo músculos e acelerando naturalmente seu metabolismo. Uma dica prática é tentar praticar os 2 tipos de exercícios durante a semana, mas se você está começando é possível que se sinta mais à vontade praticando exercícios aeróbicos primeiro. Alguns profissionais costumam orientar que se você está sedentário deve começar nas 6 primeiras semanas com aeróbicos leves como caminhada ou corrida leve e depois adicionar treino de resistência – pilates ou musculação, por exemplo – na sequencia. Mas, a estratégia de treino depende de pessoa para pessoa. Fique atento às recomendações do seu cardiologista e seu educador físico.
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5 dias atrás

Endocrinologia em dia

Será que estamos superestimando a poder da vitamina D no Diabetes?

Emagrecer, prevenir de problemas cardíacos, imunidade… parece que na ultima década passamos pelo boom da supervalorização dos benefícios da vitamina D. Agora, passada a euforia, estudos mais embasados cientificamente vem colocando luz em alguns pontos sobre os reais benefícios da vitamina D.

Sabemos com certeza que a vitamina D é crucial para a saúde do esqueleto e disso não há a mínima dúvida. Mas será que ela previne o desenvolvimento de diabetes tipo 2? Por muito tempo se especulou que sim.

Havia a ideia de que baixos níveis de vitamina D estavam associados com o comprometimento da função das células beta pancreáticas (que são as células que fabricam insulina), bem como a resistência à insulina, levando à hipótese de que a suplementação de vitamina D reduziria o risco de progressão para diabetes do tipo 2.

No entanto, isto foi posto à prova com o resultado de um estudo apresentado no recente Congresso da Associação Americana de Diabetes (ADA). Foi realizado um estudo com 2423 participantes que apresentavam critérios glicêmicos para pré-diabetes e que foram distribuídos em 2 grupos de forma aleatória - ou seja, ao acaso - um grupo recebeu vitamina D diária (4000 UI) e o outro grupo, placebo.

O estudo não mostrou diferenças significativas entre os grupos no desenvolvimento de diabetes durante um período de 2 anos e meio, o que indica que o fato de receber ou não vitamina D não mudou o curso do desenvolvimento do Diabetes.

A importância de pesquisas como essa é tentar esclarecer até que ponto temos vantagem ou não com o uso de determinados medicamentos, para evitar que o excesso de tratamentos sem beneficio comprovado. Para exemplificar: até o momento se torna necessário repor vitamina D comprovadamente para a saúde do esqueleto (osteoporose e osteopenia), no entanto se a reposição é desejada para prevenir diabetes, aparentemente não se vê utilidade. Aguardamos novas pesquisas!

Quer saber mais? www.medscape.com/viewarticle/914136
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